Rua dos Aranhas
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| A Rua dos Aranhas onde ainda se mantém a fonte visível nesta fotografia obtida entre 1920 e 1931. Colorida com IA. |
A Rua dos Aranhas tem uma extensão de 243 metros. É mais comprida do que à primeira vista pode parecer.
por:
Paulo Camacho
Começa na Avenida Arriaga e termina na Rua da Carreira junto ao antigo cinema João Jardim. Tem um troço onde está a sede da ACIF – Câmara de Comércio e Indústria da Madeira. Depois tem outro entre a Rua da Ponte de São Lázaro (passa à frente da entrada do centro comercial Plaza e do hotel The Vine), até a Rua Major Reis Gomes e Rua Ivens.
E, finalmente, tem outra fase que termina na Rua da Carreira, passando por um dos extremos da Rua Nova de São Pedro.
E, finalmente, tem outra fase que termina na Rua da Carreira, passando por um dos extremos da Rua Nova de São Pedro.
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| A Rua dos Aranhas em 2022, numa perspetiva semelhante à que apresentamos no topo deste trabalho |
Em tempos tinha outra configuração.
Do ponto de vista histórico, a rua deve o seu nome à família Aranha. Uma família que no século XVI passou pela Madeira. A rua ia desde a Rua da Carreira até à Rua das Fontes, entre o sul das Galerias São Lourenço e a Avenida do Mar e das Comunidades Madeirenses.
E porque nos referimos a contextos históricos, um edifício importante ali localizado foi o da firma 'Cory' que fornecia carvão para a navegação.
Há alguns anos construíram o Centro Comercial Infante no local onde restavam as instalações da firma e parte do arruamento. O local ficaria mudado por completo.
Segundo refere o Rui Santos na sua rubrica 'Crónica de domingo', que publicou no 'Jornal da Madeira', a Rua dos Aranhas era um antigo beco e travessa com o mesmo nome. Foi também Rua do Dr. Chaves, referente a Manuel Figueira de Chaves.
Parte desta via, entre a Rua Hermegildo Capelo, mais tarde Avenida Arriaga, e a Rua das Fontes, foi fechada ao público pelos anos 1940/1941, e, nos anos 80 foi englobada no Edifício Infante.
Na atual Rua dos Aranhas podemos referir que além da sede da ACIF, do La Vie e do hotel The Vine, é maioritariamente comercial, com lojas, restaurantes, cafés, Alojamento Local, agência de viagens, e a Escola Profissional Cristóvão Colombo e estacionamento público, onde antes era o Cinema João Jardiom.
Em tempos chegou a ter uma outra unidade hoteleira, a Residencial Flamenga que há muitos anos encerrou, estando a ganhar uma nova "vida".
Do ponto de vista histórico, a rua deve o seu nome à família Aranha. Uma família que no século XVI passou pela Madeira. A rua ia desde a Rua da Carreira até à Rua das Fontes, entre o sul das Galerias São Lourenço e a Avenida do Mar e das Comunidades Madeirenses.
E porque nos referimos a contextos históricos, um edifício importante ali localizado foi o da firma 'Cory' que fornecia carvão para a navegação.
Há alguns anos construíram o Centro Comercial Infante no local onde restavam as instalações da firma e parte do arruamento. O local ficaria mudado por completo.
Segundo refere o Rui Santos na sua rubrica 'Crónica de domingo', que publicou no 'Jornal da Madeira', a Rua dos Aranhas era um antigo beco e travessa com o mesmo nome. Foi também Rua do Dr. Chaves, referente a Manuel Figueira de Chaves.
Parte desta via, entre a Rua Hermegildo Capelo, mais tarde Avenida Arriaga, e a Rua das Fontes, foi fechada ao público pelos anos 1940/1941, e, nos anos 80 foi englobada no Edifício Infante.
Na atual Rua dos Aranhas podemos referir que além da sede da ACIF, do La Vie e do hotel The Vine, é maioritariamente comercial, com lojas, restaurantes, cafés, Alojamento Local, agência de viagens, e a Escola Profissional Cristóvão Colombo e estacionamento público, onde antes era o Cinema João Jardiom.
Em tempos chegou a ter uma outra unidade hoteleira, a Residencial Flamenga que há muitos anos encerrou, estando a ganhar uma nova "vida".
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| O novo edifício 'Cinema João Jardim, na esquina, cuja abertura de atividade ocorreu a 5 de novembro de 1966. Esta fotografia foi obtida entre entre 1966 e 1972. Colorida com IA. |
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| Portão da rua dos Aranhas, demolido em 1906. |



