Rua do Esmeraldo
A Rua do Esmeraldo tem uma extensão de 110 metros. Começa na Rua dos Ferreiros, a norte, e termina na Rua da Alfândega, a sul, antes da qual se encontra a Praça Cristóvão Colombo, popularmente conhecida por 'Praça Amarela', devido à cor dos edifícios que a ladeia.
O núcleo principal da coleção reúne os achados arqueológicos das escavações feitas nas antigas casas do referido mercador flamengo, edifícios demolidos em 1876.
Destaca-se ainda a coleção de escultura, ourivesaria e mobiliário, património que reflete o poderio económico gerado pelo ciclo do açúcar.
O acervo divide-se em duas coleções: arqueologia (cerâmica, cachimbos, moedas, encontrados sobretudo no antigo poço) e arte (pesos e medidas manuelinas, arte sacra, ourivesaria, escultura e pintura).
por: Paulo Camacho
Corre ao seu lado, numa extensão ligeiramente maior, a Rua do Sabão.
Deve o seu nome a Jenin Esmenaut. Um nome que, por si só, poucas semelhanças tem. Contudo, este rico mercador flamengo era conhecido por João Esmeraldo, que criou na Madeira um grande engenho de açúcar.
Residiu na rua que viria a receber o seu nome, numa casa de estilo gótico-manuelino, que se acredita ter sido habitada pelo navegador Cristóvão Colombo, pela altura da sua estadia na Madeira, em 1498.
Hoje, a Rua Esmeraldo sobressai pelos serviços que apresenta nos seus edifícios e igualmente restaurantes. Referência para a existência da secção regional do 'Tribunal de Contas', que ocupa o prédio que surgiu no lugar do que referimos no parágrafo anterior. Trata-se do antigo Palácio da Rua do Esmeraldo, construído no século XVIII, a evidenciar a arquitetura barroca portuguesa, a qual passou por vários proprietários.
Em frente, está o 'Museu A Cidade do Açúcar'. Está dedicado à história da indústria açucareira insular entre os séculos XV e XIX, um dos períodos mais marcantes da história e cultura da Madeira, conhecido como o ciclo do "Ouro Branco".
Abriu ao público em 1996 e é tutelado pela Câmara Municipal do Funchal.O núcleo principal da coleção reúne os achados arqueológicos das escavações feitas nas antigas casas do referido mercador flamengo, edifícios demolidos em 1876.
Destaca-se ainda a coleção de escultura, ourivesaria e mobiliário, património que reflete o poderio económico gerado pelo ciclo do açúcar.
O acervo divide-se em duas coleções: arqueologia (cerâmica, cachimbos, moedas, encontrados sobretudo no antigo poço) e arte (pesos e medidas manuelinas, arte sacra, ourivesaria, escultura e pintura).
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| Imagem que evoluiu da gravura de J. H. Vancstrand, de 1850, versando a casa de João Esmeraldo, na Rua do Esmeraldo. Colorido e tornado mais real com IA |
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A Rua do Esmeraldo vista de norte. Em primeiro plano a casa de João Esmeraldo. Colorido e tornado mais real com IA. |




