Rua da Alfândega
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| A antiga Alfândega do Funchal (atual Assembleia Legislativa da Madeira), aqui numa fotografia de 1972 e colorida com IA. |
A Rua da Alfândega tem 234 metros de extensão. Estende-se desde a Avenida Zarco, a oeste, até à Rampa do Cidrão, no lado oposto, que liga à Rua 5 de Outubro, junto à Ribeira de Santa Luzia.
Segue paralela à Avenida do Mar e das Comunidades Madeirenses e à Rua dos Murças, até esta chegar à 'Praça Amarela'.
Deve o nome à Alfândega do Funchal, criada no século XVI, e que hoje é a Assembleia Legislativa da Madeira, anexo à qual se encontra a Capela de Santo António.
É uma das artérias mais antigas da cidade, tendo conhecido um papel relevante ao longo dos séculos, que ainda hoje se mantém.
Atravessa a Rua António José de Almeida, a Rua dos Capelistas, a Rua do Sabão, a Praça Cristóvão Colombo (popularmente conhecida por 'Praça Amarela'), a Rua do Esmeraldo e a Rua dos Tanoeiros.
Atravessa a Rua António José de Almeida, a Rua dos Capelistas, a Rua do Sabão, a Praça Cristóvão Colombo (popularmente conhecida por 'Praça Amarela'), a Rua do Esmeraldo e a Rua dos Tanoeiros.
Na parte inicial da rua, existiu o 'Clube Inglês', fundado em 1832, de acesso muito restrito, localizado entre os dois edifícios Blandy. Era um local propício para os os ingleses lerem um dos cerca de dois mil títulos e saber notícias através dos jornais do Reino Unido.
Curiosamente, seria por ali que surgiria, a 11 de outubro de 1976, o Diário de Notícias, fundado pelo cónego Alfredo César de Oliveira.
O matutino mudou a sua sede da Rua da Alfândega para a Rua Dr. Fernão de Ornelas em 1997, no âmbito das comemorações do seu 121.º aniversário.
Curiosamente, seria por ali que surgiria, a 11 de outubro de 1976, o Diário de Notícias, fundado pelo cónego Alfredo César de Oliveira.
O matutino mudou a sua sede da Rua da Alfândega para a Rua Dr. Fernão de Ornelas em 1997, no âmbito das comemorações do seu 121.º aniversário.
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| A parte inicial da Rua da Alfêndega, podendo ver-se, aqui, na esquina, o banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa, nesta fotografia de um de agosto de 1970. Colorida com IA. |
Ao longo do tempo, tem-se assumido como uma rua comercial, sobressaindo lojas como a 'Nova Minerva' e a 'Barbearia Turista'. Esta última tem a curiosidade de, depois da requalificação de uma série de edifícios localizados entre a Rua da Alfândega e a Rua das Murças, que culminou com o novo hotel 'Barceló Oldtown Funchal', ter sido colocado tudo como estava no mesmo espaço, antes das obras.
Ainda hoje esta rua tem muitas lojas de mobiliário, mas com o surgimento de outras ofertas de maiores dimensões em espaços mais condignos e com maior facilidade de estacionamento, entrou em declínio.
Ainda hoje esta rua tem muitas lojas de mobiliário, mas com o surgimento de outras ofertas de maiores dimensões em espaços mais condignos e com maior facilidade de estacionamento, entrou em declínio.
No final da Rua da Alfândega, a leste, na Rampa do Cidrão, existe um fontenário edificado em 1903, que foi recuperado pela Câmara Municipal do Funchal. Esta rampa, anteriormente tinha saída normal para a Rua 5 de Outubro, mas foi alvo de uma reformulação que levou a criar uma nova ligação pedonal.
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| Fotografia registada depois de 1933, aqui colorida com IA. |



