Rua do Quebra Costas
A Rua do Quebra Costas tem cerca de 152 metros de comprimento. Inicialmente chamou-se Rua Nova da Bela Vista e, depois, Rua da Bela Vista.
Foi aberta por volta de 1804 após o aluvião que destruiu grande
parte da cidade do Funchal.
por: Paulo Camacho
por: Paulo Camacho
O nome de Quebra Costas deve-se não propriamente ao potencial que representa
para quebrar costas, sobretudo em dias de chuva, que tornam o empedrado mais
escorregadio, mas antes à sua configuração, muito íngreme na parte final.
Dizem os estudiosos que o empedrado em pequenos sucalcos na parte mais alta, tornaram a Rua do Quebra Costas uma autêntica atração para os muitos turistas do século XIX.
Lê-se ainda, em levantamentos feitos, que num quintal de uma das suas residências existe uma trincheira da 1ª guerra mundial. Isto porque a rua se encontra na linha de tiro dos submarinos alemães que, durante o conflito internacional, bombardearam a cidade duas vezes, procurando atingir a fortaleza do Pico, assim como instalações britânicas de comunicações, perto das Cruzes.
A rua tem a Igreja Anglicana da Madeira, fundada em Março de 1822 e erguida com dinheiro de negociantes de vinho que aqui residiam. Hoje é conhecida por Igreja Inglesa.
Além das muitas residências, tem a Porta 33, onde residiu, na sua infância, o poeta Herberto Hélder.
Esta artéria, anteriormente ligava à Rua das Cruzes, mas com a construção da Cota 40 e o parque de estacionamento que surgiu no topo, deixou de existir continuidade. Termina no parque, lá no topo, e não tem ligação possível por automóvel no alto, onde só é possível chegar a pé.
Dizem os estudiosos que o empedrado em pequenos sucalcos na parte mais alta, tornaram a Rua do Quebra Costas uma autêntica atração para os muitos turistas do século XIX.
Lê-se ainda, em levantamentos feitos, que num quintal de uma das suas residências existe uma trincheira da 1ª guerra mundial. Isto porque a rua se encontra na linha de tiro dos submarinos alemães que, durante o conflito internacional, bombardearam a cidade duas vezes, procurando atingir a fortaleza do Pico, assim como instalações britânicas de comunicações, perto das Cruzes.
A rua tem a Igreja Anglicana da Madeira, fundada em Março de 1822 e erguida com dinheiro de negociantes de vinho que aqui residiam. Hoje é conhecida por Igreja Inglesa.
Além das muitas residências, tem a Porta 33, onde residiu, na sua infância, o poeta Herberto Hélder.
Esta artéria, anteriormente ligava à Rua das Cruzes, mas com a construção da Cota 40 e o parque de estacionamento que surgiu no topo, deixou de existir continuidade. Termina no parque, lá no topo, e não tem ligação possível por automóvel no alto, onde só é possível chegar a pé.
A rua num registo de antes de 1892. Colorida com IA.
Movimento das pessoas à saída da celebração da missa da Igreja Inglesa, aqui num registo de antes de 1928. Colorida com IA.





